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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Pastor Ciro Sanches confirma presença na 13º Consciência Cristã

No início de junho o presidente da VINACC – Visão Nacional para a Consciência Cristã, pastor Euder Faber esteve em viagem no sudeste do país em busca de firmar parcerias para a realização da décima terceira edição da Consciência Cristã, que acontece entre os dias 2 e 8 de Março de 2011.
Entre os preletores já confirmados para o evento está o pastor da Igreja Assembléia de Deus, em Clodovil, Rio de Janeiro Ciro Sanches Zibordi. Ele vai ministrar seminários e estará pregando na quinta-feira, dia 03, segundo dia do evento.
O pastor Ciro é escritor e articulista com vários textos publicados pela CPAD – Casa Publicadora das Assembléias de Deus, além de autor de vários livros, entre eles, “Perguntas Intrigantes que os Jovens Costumam Fazer”, “Adolescentes S/A”, “Erros que os Pregadores Devem Evitar”, “Evangelhos que Paulo Jamais Pregaria”.
Esta será a primeira participação do pastor Ciro Sanches na Consciência Cristã. O evento é gratuito e aberto ao público em geral. 

terça-feira, 29 de junho de 2010

Vício consagrado

O grosso do público não tem a mais mínima idéia das técnicas de engenharia social que, de uns trinta anos para cá, se substituíram maciçamente às normas do bom jornalismo.

A afetação de neutralidade superior, especialmente quando se quer impingir à platéia opiniões arriscadas e mentiras cínicas, é a essência mesma do "estilo jornalístico". Os "grandes jornais" deste país praticam-no com destreza tal que a maior parte de seus leitores, tomando a forma pelo conteúdo, acredita seguir a razão e o equilíbrio no instante mesmo em que vai se acomodando, pouco a pouco, anestesicamente, às propostas mais dementes, às modas mais escandalosas, às idéias mais estapafúrdias.

Quando a Folha, quase vinte anos atrás, começou a promover discretamente o gayzismo sob a inócua desculpa mercadológica de que os gays eram também parte do público consumidor, quem, entre os leitores, poderia imaginar que com o decurso do tempo essa gentil atenção concedida a uma faixa do mercado se converteria numa estratégia global de imposição do homossexualismo como conduta superior, inatacável, sacrossanta, só rejeitada por fanáticos e criminosos? Quem, aliás, tem a paciência e os meios intelectuais de examinar as mudanças progressivas e sutis da linguagem de um jornal ao longo de vinte anos? No começo, o processo é invisível porque seus primeiros passos são discretos e aparentemente inofensivos. No fim, é invisível porque sua história se apagou da memória popular. A lentidão perseverante é a fórmula mágica das revoluções culturais.

É verdade que o grosso do público não tem a mais mínima idéia das técnicas de engenharia social que, de uns trinta anos para cá, se substituíram maciçamente às normas do bom jornalismo. Não há uma só faculdade de jornalismo no Brasil que tenha escapado à influência das doutrinas "desconstrucionistas", segundo as quais não existe verdade objetiva, nem fato, nem relato fidedigno - há apenas a "vontade de poder" e, conseqüentemente, a "imposição de narrativas". Notem bem: não se trata de impor "opiniões", julgamentos de valor. Trata-se de modelar a seqüência, a ordem e o sentido dos episódios narrados, de tal modo que sua simples leitura já imponha uma conclusão valorativa sem que esta precise ser defendida explicitamente. É a arte de fazer a vítima aceitar passivamente, de maneira mais ou menos inconsciente, opiniões com as quais, numa discussão aberta, jamais concordaria. Antigamente os jornais buscavam ser neutros e objetivos nas páginas noticiosas, despejando nas seções editoriais as opiniões candentes, a retórica exaltada, as campanhas empolgantes. Hoje os editoriais são todos escritos num mesmo estilo insosso, diplomático, sem cor nem sabor, porque as opiniões que se deseja impingir ao público já vêm embutidas no noticiário, onde gozam do privilégio - e da eficácia - dos ataques camuflados. No Brasil, todo estudante de jornalismo, mesmo quando incapaz de conjugar um verbo ou atinar com uma regência pronominal, sai da faculdade afiadíssimo nessa arte. Não porque a tenha "estudado" - o que suporia uma discussão crítica incompatível com a natureza mesma dessa prática --, mas justamente porque teve de exercê-la para passar de ano, sem discuti-la, de tal modo que seu sucesso escolar depende de sua docilidade em consentir com o embuste até o ponto em que deixe de percebê-lo como embuste. Então ele está pronto para usá-lo contra os leitores sem ter qualquer suspeita de estar lhes fazendo algum mal.

É por isso que a "grande mídia", hoje em dia, já não vale absolutamente nada como forte de informação, e continuar a consumi-la como tal é apenas um vício consagrado, fundado no prestígio residual de um jornalismo extinto.

Mídia Sem Máscara

sábado, 26 de junho de 2010

Presidente da ONG Rio de Paz confirma participação na Consciência Cristã 2011

A décima terceira edição do Encontro para a Consciência Cristã acontece de 2 a 8 de Março de 2011. A VINACC – Visão Nacional para a Consciência Cristã, órgão responsável pelo evento já confirma grande parte de suas participações.
Uma delas é a presença do presidente da ONG Rio de Paz, pastor Antônio Carlos. Essa ONG é responsável por realizar grandes campanhas de combate a violência e ao crime na cidade do Rio de Janeiro.
O pastor Antônio Carlos, que já ministrou em edições anteriores da Consciência Cristã, inclusive fez a abertura do último Encontro que aconteceu em Fevereiro último, estará em 2011 pregando na última noite do 13º Encontro para a Consciência Cristã, além de ministrar seminários.
O evento é realizado anualmente no Parque do Povo, no Centro de Campina Grande, na Paraíba. A participação no evento é inteiramente gratuita e aberta para o público em geral.
A confirmação da presença do pastor Antônio Carlos na Consciência Cristã 2011 foi feita durante a viagem do presidente da VINACC, pastor Euder Faber no sudeste do país, especialmente nas cidades de Rio de Janeiro e São Paulo, realizada no início de junho com o objetivo justamente de firmar parcerias e contatos para o próximo Encontro.





VINACC reúne pastores na Igreja Congregacional El-Shaddai

Pastores de diversas denominações evangélicas do Estado da Paraíba estiveram reunidos na manhã desta terça-feira, (22) na Igreja Congregacional El-Shaddai, em Campina Grande. A reunião de pastores foi uma realização da VINACC - Visão Nacional para a Consciência Cristã e da OMEBE - Ordem dos Ministros Evangélicos do Brasil do Exterior /Conselho Estadual.
Foi um momento de comunhão e reflexão. Antes da reunião houve um café da manhã, que foi seguido por um culto, onde foram ministrados vários louvores interpretados pelo cantor AD Souto. Um dos coordenadores da VINACC, o pastor Valberto Cruz trouxe uma palavra para meditação dos presentes. Na ocasião também foi apresentado o material de divulgação da Consciência Cristã 2011, que acontece de 2 a 8 de Março do próximo ano.
O presidente da VINACC, pastor Euder Faber apresentou os contatos já confirmados para o XIII Encontro e falou do novo projeto que a VINACC está planejando com vista já para a décima quarta edição do evento, que é a realização da Consciência Cristã em Jerusalém, prevista para outubro de 2011. O futuro projeto da VINACC foi aceito pelos pastores que se dispuseram a contribuir com esse novo desafio da Visão Nacional para a Consciência Cristã.
O Encontro de hoje foi prestigiado pelos presidentes da OMEBE, pastor Clélio Cabral de Melo; da Associação dos Pastores Evangélicos da Paraíba – APEP, Aguinaldo Melo; da Convenção Estadual das Igrejas Evangélicas Pentecostais O Brasil Para Cristo, pastor José Afonso das Neves; da Convenção Estadual das Igrejas Batistas Independentes, pastor Américo Farias.

Dentre vários outros pastores de diversas denominações evangélicas de Campina Grande e João Pessoa, também estiveram presentes na reunião os pastores Jorge Noda, da Igreja Cidade Viva em João Pessoa, o pastor Salvador, um dos diretores da VINACC, o pastor Renan de Oliveira, da Igreja Presbiteriana de Campina Grande, além dos vereadores Olímpio Oliveira, Fernando Carvalho e Laelson Patrício. Dirigida pelo pastor Jadiel Davi da Rocha, da Igreja Congregacional El-Shaddai, o encontro de pastores se encerrou no final da manhã com um almoço de confraternização.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Presidente da VINACC visita a CPAD e firma parcerias para a Consciência Cristã 2011

Em viagem nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, o presidente da Visão Nacional para a Consciência Cristã – VINACC, pastor Euder Faber se encontrou com o gerente comercial da Casa Publicadora das Assembleias de Deus – CPAD, com sede no Rio de Janeiro, pastor Cícero Silva.

Na ocasião foi discutida a renovação da parceria entre a VINACC e a CPAD visando a 13ª edição da Consciência Cristã, que será realizada entre os dias 2 e 8 de Março de 2011, em Campina Grande, na Paraíba.

A reunião também teve como pauta o Seminário para a Capacitação de Professores de Escolas Bíblicas Dominicais – EBD. Com a Coordenação da Igreja Assembléia de Deus em Campina Grande, sob a presidência do pastor Francisco Pacheco de Brito, a VINACC já vem realizando esse Seminário nas últimas edições da Consciência Cristã.

Para a Consciência Cristã 2011, a proposta é realizar o seminário de Capacitação com a possível participação do pastor Antônio Gilberto, considerado um patrimônio da AD no Brasil, autor de vários livros, entre eles o Manual de Escola Dominical. Além do pastor Gilberto, para realizar o seminário de Capacitação a VINACC, pretende trazer também o pastor César Moisés, diretor de Educação Cristã da CPAD. No final da visita, o pastor Cícero Silva apresentou as instalações da CPAD aos visitantes.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Pastor Luiz Sayão vai estar na Consciência Cristã 2011

Em viagem nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, o presidente da Visão Nacional para a Consciência Cristã – VINACC, Euder Faber Guedes está, desde o último dia 5 de Junho firmando parcerias para a realização da 13ª edição do Encontro para a Consciência Cristã.
Nesta quarta-feira, 9, o pastor Euder esteve com o pastor Luiz Sayão, que é diretor executivo do Seminário Servos de Cristo e pastor da Igreja Batista Nações Unidas, com sede em São Paulo.

A visita visou apresentar o projeto do XIII Encontro para a Consciência Cristã, na ocasião foi apresentado o vídeo institucional do evento, como também já ficou marcada a participação do pastor Sayão na Consciência Cristã 2011.

O pastor Luiz Sayão, que é mestre em hebraico já participou de edições anteriores da Consciência Cristã. No evento do próximo ano ele vai ministrar no dia 04 de Março, na terceira noite do 13º Encontro.

Na visita, o pastor Euder juntamente com o pastor Sayão discutiram outras possíveis parcerias que tenham como objetivo fortalecer a Consciência Cristã, evento que acontece anualmente no Parque do Povo em Campina Grande, na Paraíba.

Em 2011 o Encontro acontece entre os dias 2 e 8 de Março. A participação no evento é inteiramente gratuita e aberta para o público em geral.

Durante a visita os pastores também debateram a cerca de levantar ajuda destinada a outras instituições que atuam na área de ação social e missões no Nordeste.

O pastor Euder estará em viagem até o próximo dia 15. Até lá serão 10 dias em busca de colaboradores e parceiros para realizar o Encontro para a Consciência Cristã.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Presidente da VINACC firma parcerias para a Consciência Cristã 2011

O presidente da Visão Nacional para a Consciência Cristã, pastor Euder Faber Guedes está em viagem desde o último dia 5, nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. A viagem tem como objetivo firmar contatos e parcerias visando a décima terceira edição do Encontro para a Consciência Cristã, que será realizado de 2 a 8 de Março de 2011.

Nesta terça-feira, 8, o pastor Euder visitou as dependências do projeto Luz para o Caminho – LPC, que está com nova sede em Campinas, São Paulo. Na ocasião se encontrou com o diretor da LPC, pastor Hernandes Dias Lopes, que apresenta o programa Verdade e Vida na emissora de Televisão Rede TV.

Durante a visita foi apresentado o vídeo institucional do Encontro para a Consciência Cristã 2011, como também o pastor Hernandes já confirmou sua participação no próximo Encontro. Ele vai estar presente no dia 2 de Março, na abertura do evento, que acontece anualmente no Parque do Povo, centro de Campina Grande, na Paraíba.

O pastor Euder estará de volta a Campina Grande no próximo dia 15, até lá ele manterá a agenda de contatos com os possíveis colaboradores da Consciência Cristã, evento de relevância nacional e que tem atraído a cada edição um número maior de participantes.

Na última edição do Encontro, que aconteceu em Fevereiro de 2010 estima-se que durante os sete dias do evento tenham circulado no Parque do Povo cerca de 100 mil pessoas. Para maiores informações sobre a Consciência Cristã e a VINACC acesse http://www.vinacc.org.br/.

http://www.vinacc.org.br/

terça-feira, 8 de junho de 2010

“MATRIMÔNIO” HOMOSSEXUAL: Quando as “Palavras” e o “Direito” já não (re)presentam a realidade

“E conhecereis a Verdade (Alethéia) e a Verdade vos libertará (...) A Palavra (Logos) é a Verdade (Alethéia] – Jesus Cristo, no ano 28.”
A partir do século passado,com a derrocada dosoberbo projeto da modernidade da humanidade,estabelecido no “século das luzes” que desvanecem (o século XVIII),e,por certo, transliterado na máxima conteudística de que “o homem é a medida de todas as coisas” e a Razãoé a plena expressão da divindade em nós, e, por assim ser, com o surgimento da chamada pós-modernidade da humanidade – a época áurea dos relativismos, onde não há maisoCaminho, a Verdade e a Vida, mas “caminhos”, “verdades” e “vidas” –, passamos a viver em um momento da história da humanidade onde as Palavras que dizemos e o Direitosob o qual vivemos, definitivamente, já não (re)presentam a realidade na qual existimos. Vivemos, desgraçada e alienadamente, a operação do erro e da mentira em seu máximo nível semântico, num estado de hipnose mentallegitimado e legalizado, sob a égide de uma ordem individual e social na qual não nos reconhecemos mais.

Um típico exemplo desse estado de coisas descrito acima é o caso do chamado “Matrimônio” Homossexual. Ao fazermos uma simples análise etimológica dessa expressão, vemos o quanto estamos imersos em uma ordem onde as nossas Palavras já não representam a realidade concretamente. É como se, ao falarmos, mesmo a realidade dizendo-nos outra coisa (e, por assim ser, afirmando-nos a impossibilidade do que dizemos), mentimos descaradamente para nós mesmos e uns para os outros. Neste caso, por exemplo, a palavra “matrimônio” vem do latim “matrimónium” e, em linhas gerais, na sociedade e no Direito Romano, significava a união de homem e mulher com vistas a formar um consortium omnis vitae (consórcio para a vida toda). Assim, “Matri” vem de “Mater” (mãe) que, adicionado ao sufixo “monium”,representaria a faculdade jurídica que a mulher tinha para poder ser, natural e legalmente,“mãe”, contraindo núpcias com um homem (A. ERNOUT et A. MEILLET, DictionnaireÉtymologique, 1951). Se formos ao grego clássico, a não representação da realidade factual da expressão “Matrimônio” Homossexual é ainda mais alarmante, porque a palavra que dá origem ao termo matrimônio, no grego, é o substantivo Gamós, que procede de Gameo, palavra derivada da raiz gam- ou gem-, cujo significado é “encaixar juntos”, “formar um par”, ou mesmo, “gerar”, “dar à luz” (gennao)[CHANTRAINE, Pierre, DictionnaireÉtymologique, 1968]. Daí surgiram os termos biológicos “gametas” que são as células sexuais que representam a natureza dos sexos masculino e feminino e que dão este potencial genético que um “matrimônio” homossexual, de fato, em realidade e em verdade, não tem.

Tanto os gregos, quanto os romanos tinham um especial apreço em usar as Palavras de modo que representassem “realmente” a realidade. Neste sentido, eles usavam Palavras e escreviam Textos – científicos, literários e etc. – como “Mímesis” (imitação) da realidade (AUERBACH, E., Mímesis, 1942) e não como se faz, notadamente, agora, nesta era da pós-modernidade, quando usamos, muitas vezes falsamente, palavras e discursos para produzir realidades (Poíesis) ou mesmo descontruir realidades, como é o caso da expressão “Matrimônio” homossexual. Ora, de fato, há uma impossibilidade natural e real em se falar esta expressão, porque, simplesmente, o adjetivação “homo”, semanticamente, indica que se trata de um mesmo sexo, de modo que assim não há “gamos”, nem “matrimónium”, como explicamos acima.
Mas, porque estou a dizer tudo isso? Porque mais do que mentir sobre a realidade, esta expressão e luta política do movimento gay no mundo todo – como, agora, discute-se, vexatoriamente, na Argentina – faz parte de uma nonsense que é ainda mais aviltante no contexto em que vivemos: estou a falar, agora, do fenômeno jurídicocomo não representativo da realidade, é dizer, a não legitimação social do que se quer estabelecer e impor para todos. Isso porque a sociedade brasileira é eminentemente cristã (cerca de 95% da população). E, assim, em tese, este conjunto de pessoas entende o matrimônio como um sacramento entre homem e mulher, nos exatos termos da tradição etimológica grego-romanista que vimos e, mais ainda, nos exatos termos da tradição da moral cristã. Assim, estabelecer no nosso sistema jurídico que Matrimônio é um instituto (conceito), ou uma instituição (realidade), também entre pessoas do mesmo sexo é criar um “Direito” que não corresponde à nossa realidade, seja ela em termos de natureza humana, seja ela em termos de consciência e moral jurídica.

Destarte, aPalavra e o Direito devem ser, necessariamente, expressões semânticas fielmente representativas da nossa realidade natural, individual e social, tal como o Logos (Jesus), sempre foi, é e será a expressão exata da Alethéiade Deus.

Uziel Santana dos Santos - Professor da UFS, Advogado, Mestre em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e Doutorando em Direito pela Universidad de Buenos Aires]

A Água Branca e a Mesa Branca

O texto abaixo foi escrito por Marcos Granconato, e publicado aqui com sua autorização. O autor do texto é Bacharel em Teologia pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida, Atibaia, São Paulo, onde é professor de teologia sistemática e ministra cursos de história da igreja. É também formado em Direito pela Universidade São Francisco, em Brangança Paulista. Formou-se em 2009 no Mestrado em Teologia Histórica no Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, da Universidade Mackenzie, em São Paulo. É pastor da Igreja Batista Redenção, em São Paulo, e foi um dos preletores na 3ª Conferência FielPara Jovens, em 2005.
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A Água Branca e a Mesa Branca

No bairro da Água Branca, em São Paulo, existe uma igreja evangélica cujo pastor é difícil de ser definido em sua teologia. Alguns dizem que ele é liberal; outros que é adepto da teologia do processo; outros ainda dizem que ele é expositor do teísmo aberto. Pessoalmente, suspeito que ele seja tudo isso: uma espécie de ornitorrinco teológico – o tipo de pastor que ensina qualquer coisa que pareça moderna ou pouco ortodoxa, deixando a maioria das pessoas contentes, diante de um pregador que tem a “mente aberta”, muito diferente dos “cabeças duras” que defendem o cristianismo histórico.

Até aí, nada de novo. O meio evangélico está repleto desses novos pastores de perfil intelectualista, considerados representantes da vanguarda do pensamento cristão e vistos pelo povo ignorante como filósofos profundos muito à frente de seu tempo. Poucos crentes estão preparados para perceber que, na verdade, as idéias desses teólogos pós-modernos são carentes não só de profundidade, mas também de alicerce escriturístico sólido, chegando a ser heréticas. De fato, longe de serem inovadores em suas concepções, os tais pastores são apenas proponentes atuais de heresias bem antigas. Sabiam que o ornitorrinco tem veneno?

Mesmo sendo somente mais um entre os tais teólogos sofisticados de hoje, o pastor a que me refiro chama a atenção com colocações cada vez mais ousadas e distantes dos pressupostos básicos do cristianismo. Por exemplo: ele ironiza qualquer noção sobre os juízos de Deus, questiona a ética cristã clássica baseada na Bíblia e apresenta aos seus ouvintes um deus novo, bem diferente do Deus de Abraão, de Moisés e de Paulo.

Recentemente, porém, o pastor do bairro da Água Branca se superou, ao fazer comentários que arrancaram aplausos efusivos dos espíritas! Sim, do famoso pessoal da “Mesa Branca”. De fato, num artigo que escreveu, sua visão se mostrou tão longe da Sã Doutrina que um site kardecista publicou o texto com plena aprovação e chamou seu autor de “pastor com ‘P’ maiúsculo”!

Por que esse elogio veio de pessoas tão distantes do evangelho? Bem, o que ocorreu foi o seguinte: conforme noticiado nos jornais, os jogadores evangélicos do time do Santos se recusaram a entrar numa entidade espírita de apoio a crianças com paralisia cerebral para distribuir ovos de Páscoa. Evidentemente, todos os incrédulos massacraram os jogadores. Nada de surpreendente… O que chocou muitos crentes, porém, foi a manifestação do pastor da Água Branca que, unindo-se aos inimigos da fé, escreveu o artigo acima aludido, condenando a atitude dos jogadores.

Entenda bem o problema: é claro que nenhum crente deve se opor ao belo trabalho de ajuda às pessoas deficientes. Aliás, nenhuma outra religião tem uma história tão rica em ações em prol dos que sofrem como o Cristianismo. Porém, o que os cristãos devem saber é que é errado realizar obras sociais de mãos dadas com os expoentes da mentira (2Jo 9-11). É também errado praticar a solidariedade fazendo isso de forma a promover o nome de uma instituição herética, cujos membros praticam boas obras não para a glória de Deus, nem por terem nascido de novo, mas sim visando a uma reencarnação melhor (2Co 6.14-17). Aliás, é bom lembrar que “práticas do bem” assim motivadas não valem nada, pois, para Deus, só conta a piedade procedente da verdade (Ef 4.24). Por isso, os crentes não devem se associar com os espíritas, nem mesmo para distribuir ovos de Páscoa! O mestre da Água Branca, porém, não levou nada disso em conta e criticou com vigor os atletas crentes, arranhando a imagem deles. O veneno do ornitorrinco está nas unhas!

Condenar a atitude dos atletas, contudo, não foi nada perto dos conceitos de espiritualidade que o pastor da Água Branca expôs naquele mesmo artigo. Longe de harmonizar-se com Paulo, para quem a base da espiritualidade é a habitação do Espírito Santo no homem que crê em Cristo (1Co 2.12-16), o mestre da Água Branca enalteceu as crenças em geral, apontando como válida a espiritualidade supostamente presente em todas as religiões, sem nenhuma exceção. Segundo ele “a espiritualidade está fundamentada nos conteúdos universais de todas e cada uma das tradições de fé”, ou seja, para o tal pastor, a legitimidade exclusiva da espiritualidade cristã (cf. At 4.12; Ef 4.4-5) é uma triste falácia!

Como se não bastasse esse chocante desvio, o pastor, na sequência de sua argumentação, condenou a discussão sobre temas como céu e inferno, autoridade exclusiva das Escrituras, homossexualismo, reencarnação, evolucionismo e outros assuntos tão importantes para a formação de uma mentalidade verdadeiramente cristã. Ele sugeriu que discutir esses temas é prática sem qualquer relevância, cujo resultado é somente a criação de divisões entre as pessoas. Portanto, segundo sua concepção, o dever pastoral e cristão de corrigir o erro, admoestar na verdade e condenar a mentira (2Co 10.4-5; 2Tm 4.1-5) não deve ser posto em prática, pois gera barreiras e ataques pessoais, o que é ruim para a sociedade como um todo (será que o pastor esqueceu o que Jesus disse em Lucas 12.51-53?).

Depois, para fechar com chave de ouro, o tal pastor concluiu seu texto defendendo a aproximação de todos os credos. Sim, budistas, muçulmanos, cristãos, hinduístas, enfim, todos os devotos de todas as tradições de fé, no entender do nosso amigo, devem dar as mãos e juntos lutar contra o sofrimento humano “que a todos nós humilha e iguala”.

Foi o máximo! O pessoal da Mesa Branca explodiu de alegria (fez lembrar 1Jo 4.5). Finalmente, os espíritas encontraram um pastor que, como eles, ataca a “visão radical e exclusivista” dos crentes e reconhece a validade do kardecismo. Mais do que isso: acharam alguém que se une a eles na afirmação de que todas as crenças são boas, posto que servem para desenvolver a espiritualidade dos homens!

Para nós, contudo, os crentes de verdade, ficou a tristeza de ver mais uma vez a água branca, cristalina na verdade, da doutrina bíblica, se tornar turva na boca de supostos pastores cristãos, enquanto os proponentes de antigas doutrinas do diabo acrescentam mais uma cadeira ao redor da sua mesa branca, a fim de brindar a chegada de um novo amigo. Ah, o maior predador do ornitorrinco é a serpente!

Pr. Marcos Granconato
Soli Deo gloria

Blog Fiel

Vencendo a ansiedade!

Estima-se que pelo menos 10% da população mundial seja portadora de distúrbios associados a ansiedade, entre eles a síndrome do pânico e as fobias. Por causa do prejuízo que impõe à vida dos indivíduos, o transtorno vem ganhando atenção da ciência. A Revista Veja publicou um estudo da Universidade do Sul da Califórnia, onde mostrou pela primeira vez que, em altas doses e de maneira crônica, a ansiedade é suficiente para provocar infartos até mesmo em indivíduos que não pertencem a nenhum grupo de risco associado a doenças cardíacas.

Morrer de ansiedade, portanto, não é apenas uma expressão: trata-se de uma possibilidade real. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores acompanharam por doze anos um grupo de 735 homens saudáveis. Com idade média de 60 anos, eles tiveram seus hábitos monitorados por questionários e foram submetidos a exames médicos periódicos. A metodologia permitiu aos pesquisadores avaliar o efeito da ansiedade sobre o coração de duas formas: isoladamente e em conjunto com outras variáveis, como hábitos de comportamento e índices metabólicos. O resultado do trabalho mostrou que os indivíduos excessivamente ansiosos – com ou sem outras características que elevam a propensão a doenças cardíacas – têm entre 31% e 43% mais probabilidade de sofrer um infarto do que pessoas com um grau de aflição normal.

Caro leitor, no Sermão do Monte, Jesus afirmou que não deveríamos ficar ansiosos pela nossa vida. O ensino bíblico é que deveríamos confiar no suprimento do Senhor quanto às necessidades básicas, tais como alimentos, roupas e saúde. Temos um Pai celestial, disse Jesus, que sabe aquilo de que precisamos e irá suprir todas as nossas necessidades. Em suas epistolas, tanto Pedro como Paulo repetiram esta conclusão: “Não andeis ansiosos de coisa alguma” (Fl 4:06; I Pd 5:07) em lugar disso, devemos lançar diante de Deus as nossas petições, mediante orações, súplicas e ações de graça, esperando assim, experimentar a paz de Deus que excede a todo entendimento.

Muitas vezes a aflição e angústia que sentimos são decorrentes da ansiedade que acomete nossos corações. O estado de apreensão ou aflição que experimentamos, em determinadas situações quase sempre é devido a um afastamento de Deus. Isto se deve a falta de reconhecimento da soberania e superioridade do Senhor sobre todos os nossos problemas e adversidades. Quando o homem se afasta de Deus, é inevitável a intensificação da ansiedade.

É absolutamente possível que Abraão tenha se sentido ansioso mediante a demora da promessa de Deus se cumprir em sua vida. Contudo, não percebemos a ansiedade como um fator predominante na personalidade de Abraão. Na verdade, excluindo-se o episódio em que ele cedeu à pressão de Sara para que se deitasse com Hagar, não nos parece que em algum outro instante de sua trajetória a ansiedade o tenha enredado. Ora, acredito que a tranqüilidade de Abraão se deva ao fato de ele ter desenvolvido ao longo da vida o hábito de levantar altares ao Senhor. Você já se deu conta de que a oração é o melhor antídoto para combater ansiedade?

O estado de ansiedade pode impulsionar-nos a tomar decisões precipitadas. Quantas vezes falamos o que não devíamos ou agimos impensadamente? Se soubermos lidar com este sentimento, com certeza evitaremos aborrecimentos, além, obviamente, de colhermos os mais deliciosos frutos por termos aprendido a confiar exclusivamente no Senhor.

Pense nisso!
Por Renato Vargens

Amor, a marca distintiva do cristão

Jesus, o Filho de Deus, e supremo intérprete das Escrituras, ordenou: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. E nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros” (Jo 13.34,35). Obviamente Jesus está falando de um certo tipo de amor. Trata-se do mesmo amor com que ele nos amou: amor perseverante, sacrificial e santificador. Não é amor apenas de palavras nem amor regido pelos interesses do egoísmo, mas amor de fato e de verdade, amor que se sacrifica pela pessoa amada. Por essa razão, Jesus fala de um novo mandamento, ou seja, de um nível de amor que não era conhecido até então.
Esse amor puro, santo e superlativo não contradiz a verdade. Não podemos sacrificar a verdade em nome do amor. Não devemos abrigar sob o guarda-chuva da tolerância todas as crenças, com a frágil desculpa de que o amor nos une e a verdade nos separa. A família de Deus não é composta daqueles que crêem na verdade e daqueles que a rejeitam. A família de Deus está estribada sobre a rocha eterna da verdade e fora da verdade não existe família de Deus. Essa verdade é a própria Escritura (Jo 17.17), essa verdade é o próprio Jesus (Jo 14.6). Fora da Palavra e fora de Jesus não há comunhão verdadeira, uma vez que sem a verdade das Escrituras e sem o Salvador Jesus não há igreja, não há família de Deus, nem comunhão fraternal. A proposta ecumênica, onde todos os credos religiosos, mesmos os mais heterodoxos, se unem é, portanto, uma falácia.
Mas, se não podemos sacrificar a verdade em nome do amor, também não podemos sacrificar o amor para sustentar a verdade. Aqueles que se escondem atrás de suas fortalezas doutrinárias para atacar impiedosamente os irmãos que discordam deles em pontos secundários estão em desacordo com a Palavra de Deus. Os fariseus atacaram o próprio Jesus pelo fato deste não viver de acordo com as suas estreitas regras. Para os fariseus, quebrar os preceitos que eles mesmos estabeleceram era a mesma coisa que violar a Palavra de Deus. Na verdade, os fariseus tornaram-se mais zelosos de suas tradições do que da própria verdade. Conseqüentemente, tornaram-se os mais radicais inimigos de Cristo e se mancomunaram com os herodianos para levá-lo à morte.

O amor cristão não é complacente com o erro nem conivente com o pecado. O amor, entretanto, não se assenta no tribunal, arrogando a posição de juiz, para condenar impiedosamente os fracos. O amor não esmaga a cana quebrada nem apaga a torcida que fumega. O amor não labora para condenar, mas para restaurar. O amor não se alegra em ver os que tropeçam sendo arrastados para a vala do ostracismo, mas luta para levantá-los e com alegria conduzi-los de volta ao aprisco seguro.

Jesus disse que o critério para sermos conhecidos como seus discípulos é o amor. Jesus lidou com grande severidade com os críticos fariseus e foi amável sem deixar de ser firme com os publicanos e pecadores. Jesus acolheu em seus braços hospitaleiros todos aqueles que eram condenados pela intolerância dos fariseus, não para que seguissem a sinuosa estrada do pecado, mas para guiá-los pelas veredas da justiça.
O mundo está olhando para a igreja. É impossível deixar de vê-la uma vez que ela é como uma cidade no alto de um monte. Se o amor for a marca distintiva que nos caracteriza como cristãos, isso produzirá impacto nas pessoas. Se o amor for apenas um discurso vazio, uma caricatura desta suprema virtude, então, seremos causa de tropeço para aqueles que olham para nós. É tempo de sondarmos o nosso próprio coração e examinarmos a nossa própria vida, a fim de saber, se de fato, estamos sendo conhecidos pelo critério do amor verdadeiro, como discípulos daquele que nos amou e a si mesmo se entregou por nós.

Pr. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Público considera os ministrantes da Consciência Cristã preparados

O Encontro para a Consciência Cristã tem como forte marca as grandes concentrações noturnas realizadas na Representação do Tabernáculo Bíblico no Parque do Povo, na cidade de Campina Grande, no interior da Paraíba. As programações noturnas do Encontro recebem homens e mulheres vindos dos mais vários lugares do país os quais são responsáveis pelas ministrações oficiais do evento.

A Visão Nacional para a Consciência – VINACC, entidade que realiza o evento tem como umas de suas principais preocupações trazer pessoas realmente comprometidas com as Escrituras Sagradas visando oferecer um conteúdo de qualidade ao público que freqüenta o Encontro.

Para saber a opinião do público da Consciência Cristã, a VINACC realizou uma pesquisa de opinião que abordava, entre outros itens, como as pessoas que participaram da 12ª edição da Consciência Cristã avaliavam o preparo dos ministrantes do evento. Foi verificado que 72% consideraram ótimo e 25% bom.

Com um resultado positivo de 97%, a coordenação do evento comemora o resultado, o qual é conseqüência de um trabalho sério e muito empenho da organização que vem a cada ano conquistando a confiança e a simpatia não só do público campinense como também dos visitantes oriundos de várias partes do país que vem a Campina Grande no período do carnaval para participar do Encontro.

A pesquisa foi feita durante a realização da Consciência Cristã 2010, que aconteceu em fevereiro último. Participaram da pesquisa cerca de 1500 pessoas. A próxima edição do Encontro para a Consciência Cristã será realizada de 2 a 8 de Março de 2011.

Como não criar um estado palestino

Todo terrorismo usa como justificativa a suposta "ocupação". Ora, houve dezenas de atentados contra Israel entre 48 e 67, quando Israel não tinha controle sobre Gaza, Judéia, Samária e a cidade velha de Jerusalém. Logo, isso não serve de argumento.
No último domingo, houve uma gigantesca manifestação em Jerusalém, em prol de se fazer um plebiscito no país, a favor ou contra a saída dos judeus dos vilarejos de Gaza, Judéia e Samária. Havia aproximadamente 150 mil pessoas na manifestação. Vou fazer alguns comentários do que se diz na mídia e comparar a criação do Estado Judaico com a eventual criação do Estado Palestino.
Sobre a Mídia
a) Ocupação: se os territórios de Gaza, Judéia e Samária pertencem aos árabes palestinos de fato, por que NUNCA, durante 20 anos, se falou em "ocupação" quando o Egito e Jordânia controlavam estes territórios ? Outra pergunta, por que o Estado Palestino não foi criado nesta época ? Afinal, com certeza entre eles (árabes) poderiam se entender melhor.

b) "O muro é como o apartheid da Africa do Sul": mais uma ignorância que lemos e escutamos na mídia. O apartheid na África do Sul tratou de separar, preste bem atenção, cidadãos sul-africanos negros dos cidadãos sul-africanos brancos. O muro (5%) e a cerca (95%) vão fazer nada mais nada menos do que dividir Israel e um futuro Estado Palestino. Para um governo (Likud) que jamais cogitou sobre um Estado Palestino, aceitar a viabilidade dele determinando as fronteiras com uma barreira física, é uma excelente oportunidade para que os árabes palestinos criem o seu Estado.
Se os países árabes tivessem feito isso, determinado as fronteiras do Estado Judeu, colocando limites físicos e reconhecido o Estado, em 48, os judeus iriam dar pulos de alegria, fora que teria nos poupado muitas vidas nas guerras de 48, 67 e 73. Guerras estas iniciadas pelos países árabes por não reconhecer o Estado Judeu.
Criação de um Estado Palestino ?
a) Israel aceitou a partilha da ONU da maneira como foi definida , pois tudo que os judeus queriam na época era ter uma nação. Apesar de a partilha estar muito longe dos desejos deles, e da ONU decretar que a cidade mais importante para o povo judeu seria uma cidade internacional - apesar de obviamente não fazer isso com o Vaticano, nem com Meca - os judeus aceitaram mesmo assim que Israel fosse criado conforme estabelecido. O resultado todos sabem, graças à vitória de Israel na guerra de 48, o Estado se expandiu. Não fosse os árabes terem começado a guerra de 67 também, ainda estaríamos hoje vivendo no país Israel sem o que de mais importante para o povo judeu e para o judaísmo existe aqui: o Muro das Lamentações(Kotel). Aliás, os árabes palestinos são livres para rezarem na mesquita de Omar, ao passo que aos judeus nem lhes era permitido entrar na cidade velha de Jerusalém, quanto mais no Kotel.
b) Vamos examinar a exigência dos árabes palestinos: querem Jerusalém como capital e disso não abrem mão. Ora, por que não construir um estado com colégios, hospitais, universidades, áreas industriais, e deixar para decidir a capital depois como fez Israel ? Acaso isso é primordial para a construção do país? É obvio que não. Se Jerusalém é tão importante assim para os muçulmanos, por que o Estado Muçulmano da Jordânia não fez de Jerusalém sua capital em 48?
Interessante, a mídia insiste em mencionar Jerusalém como a terceira cidade mais importante do islamismo, mas por que também não menciona Hebron como a segunda mais importante do judaísmo?
c) Israel, ao declarar sua independência, automaticamente deu cidadania aos árabes que aqui moravam. Estes hoje concorrem no mercado de trabalho com israelenses, competem por vagas nas universidades israelenses e participam da vida cotidiana como qualquer judeu israelense. Agora, vamos ver o que os judeus que moram em Gaza, Judéia e Samária fazem para alterar a vida dos árabes palestinos que moram lá:

- Eles estudam lá ? Não.

- Eles trabalham lá ? Não.

- Eles impedem que os árabes palestinos possam viajar de um lugar a outro ? Não.

Ou seja, os judeus que moram lá não afetam a vida dos árabes palestinos de modo algum, seja do ponto de vista social, econômico, religioso, etc.

Em outras palavras, Israel, o único país judaico do mundo, pode sem problema nenhum ter 1/6 da sua população de árabes com os mesmos direitos dos judeus, mas porque os judeus não podem ser 1/15 da população de Gaza, Judéia e Samária onde não havia ninguém e nem sequer teriam cidadania palestina no surgimento de um Estado ???
d) Todo terrorismo usa como justificativa a suposta "ocupação". Ora, houve dezenas de atentados contra Israel entre 48 e 67, quando Israel não tinha controle sobre Gaza, Judéia, Samária e a cidade velha de Jerusalém. Logo, não serve de argumento.
e) O mundo é pródigo em condenar o Estado de Israel, cujo tamanho é menor que Sergipe. Porém, imaginem só se fosse ao contrário, 22 países judaicos ao redor de um único pais árabe! Como diria um grande amigo meu, "sem comentários".
Resumindo, pela liderança palestina, o secundário é mais importante que o principal ou o bolo não pode ser feito sem a cereja, e qualquer coisa serve de justificativa para que a criação do Estado Palestino seja postergado e para que o terror continue. Quando Barak ofereceu tudo e mais um pouco a Arafat (I"S), mais do que deixar os israelenses em estado de choque, deixou Arafat(I"S) perplexo, que não tinha mais o que reinvindicar, tendo o mesmo que sacar da manga a ridícula exigência do retorno dos refugiados, árabes palestinos que fugiram de Israel em 48 na esperança de que após a vitória árabe pudessem voltar às suas casas.
Prova? Os milhares de árabes que obtiveram cidadania israelense após a criação do Estado. Se Israel não os quisesse, teria os expulsado antes ou depois da guerra, o que nunca fez.
Israel aceitou começar a construção do seu Estado:

- Sem países para delimitar suas fronteiras, ao contrário, com sete querendo a sua destruição;

- Sem ajuda de bilhões de dólares do exterior (ou milhões para a época);
- Sem ter acesso ao lugar mais sagrado do povo judeu, o Muro das Lamentações - com uma área estipulada pela ONU muito aquém da almejada pelos judeus;

- Com a capital eterna do povo judeu recebendo status de internacional;

- Com divisões no território tendo árabes de todos os lados;

Todavia, os árabes palestinos parecem que estão mais preocupados em continuar com seu status de refugiados, do que propriamente "pôr a mão na massa" e criar um Estado por eles mesmos, como fizeram os judeus em Israel.

Mídia Sem Máscara

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Flotilha 'humanitária'?

O incidente da flotilha "humanitária" com um dos navios cheio de armas evidencia mais uma vez que a grande imprensa global é apenas mais um aliado do terrorismo anti-Israel, pronta para espalhar desinformação assim que o comando é dado. Eis a realidade da guerra assimétrica.

A 'comunidade internacional' condena Israel por...........! Complete a frase como bem entender. Alguma novidade? Nenhuma. Tão logo ocorreu o incidente com a flotilha alegadamente humanitária espocaram os protestos monstros em todo o mundo. Quem entende do riscado sabe muito bem que tais ações exigem planejamento, convocações, transporte de ativistas, material de propaganda e instrumentos como palanques, alto-falantes, etc. Creio que estes protestos já estavam preparados com muita antecedência, desde que a flotilha foi organizada pela ONG turca Insani Yardim Vakfi, Human Rights, Liberties and Humanitarian Relief (IHH).

Segundo informe israelense do dia 27/05 o lançamento da flotilha em Istambul contou com a participação de inúmeros representantes do Hamas, entre eles Mahmad Tzoalha and Sahar Albirawi, terroristas de primeira linha operando hoje na Inglaterra, e Hamam Said, um dos líderes da Irmandade Islâmica na Jordânia.

 
Um estudo de Evan F. Kohlman, do Danish Institute for International Studies de 2006 (The Role of Islamic Charities in International Terrorist Recruitment and Financing) revelava que as autoridades turcas já vinham investigando a IHH desde 1997 quando fontes revelaram que seus líderes estavam comprando armas de outros grupos terroristas islâmicos. O magistrado antiterrorista francês Jean-Louis Bruguiererevelou que o Presidente da IHH, Bulent Yildrim, tinha conspirado diretamente para "recrutar soldados veteranos para a próxima guerra santa (jihad) em meados da década de 90. Alguns foram enviados para zonas de guerra para adquirir experiência em combate.

Num depoimento nos EUA, Bruguiere disse que a IHH era uma ONG, mas de um tipo usado para cobertura (cover up) para grupos terroristas, conseguindo documentos falsos, traficando armas e elaborando formas de infiltração de mujaheddins para combater.

 
Kohlman referia ainda que IHH esteve posteriormente envolvida em conseguir armas para terroristas sunitas no Iraque. O exame das contas telefônicas da IHH também revelaram inúmeras chamadas para uma casa de passagem da Al-Qaida em Milão e para terroristas argelinos, incluindo Abu el-Ma'ali, conhecido como o "jovem Bin Laden". Desde que o Hamas ocupou a Faixa de Gaza, a IHH organizou várias conferências de apoio na Turquia, desafiando a Autoridade Palestina. A IHH é membro da União do Bem, uma organização que congrega mais de 50 fundações islâmicas em todo o mundo encarregada de canalizar fundos para o Hamas.


A insuspeita TV Al Jazeera, um dia antes do confronto relatava que os participantes da flotilha já criavam um clima de guerra, cantando "Khaibar, Khaibar, oh judeus, o exército de Maomé voltará!". Khaibar é o nome da última aldeia judia derrotada pelo exército de Maomé em 628, onde vários judeus morreram e marcou o fim da presença judia na Península Arábica.


Há evidência de que a flotilha foi avisada que deveria seguir para Ashdod e como a resposta foi negativa a marinha israelense agiu de acordo com o San Remo Manual on International Law Applicable to Armed Conflicts at Sea (12 June 1994):


"It is permissible under rule 67(a) to attack neutral vessels on the high seas when the vessels "are believed on reasonable grounds to be carrying contraband or breaching a blockade, and after prior warning they intentionally and clearly refuse to stop, or intentionally and clearly resist visit, search or capture."

e também com os Acordos de Oslo.

Mas na verdade os objetivos da flotilha eram dois: segundo o Professor iemenita Abd Al-Fatah Nu'man: os heróis (sic) da flotilha queriam tanto atingir Gaza como a opção do martírio era ainda mais desejável para eles o que é confirmado por participantes antes da partida de Istambul.

É óbvio que nada havia de 'humanitário' naquela flotilha e nada mais Israel poderia fazer senão atacar.

Como esta flotilha poderia ter sido organizada, os ativistas reunidos assim como viveres e armas sem o conhecimento ou até mesmo o apoio do governo turco, tradicional aliado de Israel por quase sessenta anos? Há algo de podre do Reino de Recep Tayyip Erdogan. Quase certamente a IHH tem laços estreitos com o Partido Justiça e Desenvolvimento (AKP), atualmente no poder. Há sérios indícios de que o AKP está na busca de duas coisas: transformar a Turquia num país fundamentalista islâmico e recuperar a antiga hegemonia sobre o Oriente Médio, perdida com a dissolução do Império Otomano e com as reformas introduzidas por Mustafa Kemal Atatürk em 1923. Para isto é preciso romper com Israel e demonstrar aos demais países islâmicos sua profunda submissão às palavras e aos atos do Profeta. Segundo estudo do Stratfor.com (A Potential Turkish-Israeli Crisis and Its International Implications) Erdogan viu na iniciativa da IHH uma oportunidade de colocar Israel numa situação difícil.


'Qualquer que fosse a solução desta crise internacional potencialmente séria a Turquia seria beneficiada. Se Israel invadir os navios a Turquia poderá iniciar uma ofensiva diplomática contra Israel. Devido à dependência da Turquia dos EUA, os turcos forçariam a estes tomarem partido, colocando os EUA numa situação difícil em relação a Ankara. Se, pelo contrário, Israel permitir que a flotilha complete sua missão representaria uma grande vitória dos turcos, elevando sua posição como uma liderança e um poder emergente'. Já Israel ficaria numa posição difícil em qualquer dos casos, deteriorando ainda mais suas relações já difíceis com a administração Obama.

Resta-nos evidentemente avaliar qual o papel do acordo Brasil-Turquia-Irã. Seria apenas uma coincidência que as negociações fossem simultâneas com a organização da flotilha 'humanitária'? Haverá alguma relação entre elas e a declaração da Agência Internacional de Energia Atômica de que o Irã já possui matéria prima suficiente para duas armas nucleares? Quando os EUA se distanciam de Israel, como tem sido feito pela administração Obama, a confrontação na região se torna mais viável. Quando os inimigos vêem Israel isolado, se tornam ais agressivos. Quando Israel se sente isolado, também, para agir em sua auto-defesa.

Obviamente, o Brasil, a Bolívia e de resto todos os países comandados pelo Foro de São Paulo também se aproveitam desta situação e, como deixei claro antes, o objetivo brasileiro de construir sua própria bomba, enriquecendo urânio nas instalações iranianas, toma mais força.

A meu ver, não é pura coincidência, são ações minuciosamente planejadas e discutidas nas viagens de Lula a Ankara, Moscou e Teerã. Veremos!

Mídia Sem Máscara / http://www.vinacc.org.br/

O Cristão e a Pós-Modernidade

No boletim dominical do dia 30 de maio do ano em curso, o pastor Augustus Nicodemus Lopes, cuja passagem por nossa igreja foi sobremaneira abençoadora, discorreu sobre alguns traços que norteiam a chamada Pós-Modernidade, apontando, em seguida, as implicações, em geral negativas, que ela traz para a fé cristã, notadamente quando o foco recai sobre a leitura da Bíblia sagrada, a natureza essencial das Escrituras e a sua relevância no mundo contemporâneo. Conquanto complexa nos múltiplos contornos que exibe, podemos, simplificadamente, afirmar que a Pós-Modernidade é um compósito conceitual e atmosfera cultural que rejeita as noções de centralidade, de fundamentalidade e universalidade.

No ideário da Pós-Modernidade, não há centralidade no sentido de que se põe em cheque a ideia de que haja um centro em torno do qual girariam realidades subordinadas. O que há são estilhaços de sentido, fluidez de conceitos, multiplicidade de percepções, devendo-se, em nome do intocável princípio da pluralidade ideológica, conferir a todas elas o mesmo grau de veracidade. Na Idade Média, mesmo que de maneira nominal, acreditava-se que Deus era o centro de todas as coisas. Na Renascença, o homem ascende ao primeiro plano e passa a ser, na emblemática e sentenciosa assertiva do sofista Protágoras, o ponto de partida e de chegada de todas as cogitações intelectuais: “medida de todas as coisas, das que são enquanto são e das que não são enquanto não são”.

No Iluminismo, a razão, a técnica, o progresso e a ciência dão-se as mãos e se autoconstituem o centro de todas as coisas. A Pós-Modernidade, ao proclamar a morte das metanarrativas, afirma não haver mais centro algum. Não há, também, fundamentalidade, no sentido de que o conceito de verdade absoluta é questionado, emergindo, em seu lugar, o idolátrico culto de relativismo em todos os campos em que se manifesta o ser/fazer humano: estético, filosófico, religioso, científico. Não há, por fim, universalidade no sentido de que, por exemplo, o que é certo para o ocidental não tem de ser necessariamente certo para o oriental. Cada cultura cria os seus valores e vive de conformidade com eles. Radicalizando a matéria: cada ser humano, em sua irredutível singularidade, é uma cultura à parte, que se deve reger única e exclusivamente por sua soberana subjetividade.

Toda essa realidade, vê-se claramente, rivaliza com a cosmovisão cristã, alicerçada, irreservadamente, na Revelação que Deus fez de Si mesmo nas Escrituras Sagradas. As Escrituras Sagradas são a verdade absoluta de Deus para nós; não a verdade exaustiva, mas suficiente para nos fazer conhecer o Deus único vivo e verdadeiro; para nos fazer conhecer a nós mesmos em nossa miséria e pecaminosidade; e, de igual modo, para nos fazer conhecer a gloriosa salvação que Deus nos concedeu em Cristo Jesus, o Seu amado Filho. Diante, pois, do relativismo triunfante postulado pela mundividência Pós-Moderna e, de igual modo, do toleracionismo autoritário que ela nos quer impor, ao exigir que aceitemos todas as concepções religiosas como se fossem igualmente verdadeiras e plenamente legítimas, como devemos proceder? Devemos ser politicamente corretos e fazer concessões à nossa fé, a fim de não desagradarmos o mundo ou, ao contrário, firmar-nos cada vez mais em Deus e continuar a proclamar a verdade absoluta do evangelho da cruz e a centralidade indisputável de Jesus Cristo, o único que pode salvar o pecador e franquear o pleno acesso á presença de Deus? A resposta brota, cristalina, da Palavra de Deus.

Um texto das Escrituras Sagradas que ilustra, exemplarmente, a postura a ser assumida pela igreja do Senhor Jesus Cristo em um mundo pluralista, relativista, inclusivista e terrivelmente pragmático é o que encontramos no capítulo dezessete do Livro de Atos dos Apóstolos; e que relata a experiência missionária do apóstolo Paulo no coração da intelectualidade do seu tempo: a cidade de Atenas. O texto sagrado diz que Paulo indignou-se sobremaneira, ao perceber a idolatria reinante no Areópago de Atenas. Indignação não como expressão de raiva contra a forma como as pessoas ali manifestavam a sua espiritualidade, mas sim como vestígio de um coração condoído e cheio de compaixão diante da cegueira espiritual dos que, por causa do completo desconhecimento do Deus verdadeiro e da depravação moral de corações irregenerados, cultuavam ídolos vãos, meras fantasias da caída imaginação humana.


Paulo foi tolerante em face da crença dos cidadãos atenientes, tanto que os tratou respeitosamente, com eles estabelecendo uma interlocução séria e consequente; mas não foi toleracionista, a ponto de considerar verdadeiro o que era falso em sua essência. De forma amorosa e firme, o santo apóstolo de Deus confrontou as bases filosóficas epicuristas e estóicas que norteavam as crenças vigentes naquele local e, em seguida, apresentou-lhes a realidade do Deus verdadeiro, que é criador de todas, sustentador do universo, Senhor da história, redentor dos pecadores perdidos; o Deus que, por fim, haverá de promover, na consumação de todas as coisas, um acerto de contas com aqueles que, confrontados com a pregação do evangelho, não se arrependeram dos seus pecados; antes preferiram dar livre curso a uma vida de consciente impiedade.

Paulo incluiu os atenientes como destinatários privilegiados da mensagem de Deus que proclamava, mas não era, nunca foi, um inclusivista, no sentido de considerar válidas todas as profissões de fé. Paulo era, sim, alguém que, pela Palavra de Deus, sabia que somente em Cristo Jesus há salvação para o pecador. Fora de Cristo o que aguarda o homem é dor, sofrimento e morte eterna. Paulo não se mostrou um relativista diante da multiplicidade de altares com os quais se deparou; antes, ratificou os absolutos morais e espirituais do Deus que é a fonte indisputável e insubstituível de toda a verdade.


Paulo não se mostrou um adepto do pragmatismo, filosofia que põe a ênfase das suas considerações e conceitos não na ontologia das coisas; no que é certo ou errado; mas sim na funcionalidade delas para os sujeitos que delas se apropriam. Em suma: o pragmático diz que certo é aquilo que é certo para mim; que funciona para mim. Irmão gêmeo do individualismo mais exacerbado, o pragmatismo rejeita a noção de verdades objetivas e absolutas; rejeita, portanto, a Deus.


Paulo, enfim, mostrou amor profundo para com os frequentadores da fervilhante praça de Atenas, tanto que apontou o erro em que eles estavam mergulhados e os exortou ao arrependimento e à fé salvadora na pessoa de Jesus Cristo. O verdadeiro amor não é o que cega diante do pecado, mas sim o que o confronta, o denuncia e, ato contínuo, sinaliza para o único remédio capaz de debelá-lo completamente: Jesus Cristo, através do sangue purificador vertido na cruz do calvário. Que Deus nos dê a graça de continuarmos, como cristãos reformados, com a consciência inteiramente cativa à sua Palavra, a fim de nos mirarmos no exemplo protagonizado pelo apóstolo Paulo diante dos corifeus da intelectualidade grega e, desse modo, sabermos como agir no mundo da Pós-Modernidade: com tolerância, amor, paixão pelas almas perdidas e, sobretudo, fidelidade às Escrituras Sagradas. SOLI DEO GLORIA NUNC ET SEMPER.

Por José Mário da Silva / Presbitero da Igreja Presbiteriana de Campina Grande - PB


quarta-feira, 2 de junho de 2010

Público aprova o ambiente físico da Consciência Cristã

Todos os anos o Parque do Povo, no centro de Campina Grande, na Paraíba se transforma na Representação do Tabernáculo Bíblico. Um lugar montado exclusivamente para receber toda a programação do Encontro para a Consciência Cristã, evento que irá completar 13 anos em 2011. A 13ª edição do Encontro já está marcada, será entre os dias 2 e 8 de Março.
A estrutura física do Encontro tem sido melhorada a cada ano para comportar o grande público que cresce ao longo do evento.
A VINACC - Visão Nacional para a Consciência Cristã realizou durante a Consciência Cristã 2010 uma pesquisa de opinião para saber qual a opinião do público com relação ao evento. O ambiente físico foi um dos itens avaliados e verificou-se que 40% das pessoas que freqüentam o Encontro consideram ótimo a estrutura do evento e 41% avaliaram como bom.
Com mais de 80% de aprovação do público, a coordenação do Encontro considera os resultado satisfatório, tendo em vista que uma das preocupações do evento é proporcionar uma estrutura segura e confortável para o público que o prestigia.