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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Caindo sem parar

Por Olavo de Carvalho

Em editorial do dia 25 último, a Folha de S. Paulo faz as mais prodigiosas acrobacias estatísticas para induzir o leitor a acreditar que a queda do Brasil do 76° para o 88° lugar em educação básica, na escala da Unesco, representa na verdade um progresso formidável. Não vou nem entrar na discussão. Entre a Unesco, o Ministério da Educação e o jornal do sr. Frias, não sei em quem confio menos. Mas confio nos testes internacionais em que os nossos alunos do curso médio tiram invariavelmente os últimos lugares entre concorrentes de três dezenas de países. Numa dessas ocasiões o então ministro da Educação buscou até consolar-se mediante a alegação sublime de que "poderia ter sido pior". Claro: se ele próprio fizesse o teste, a banca teria de criar ad hoc um lugar abaixo do último. Seríamos hors concours no sentido descendente do termo.
Confio também na proporção matemática entre o número de profissionais da ciência em cada país e o de seus trabalhos científicos citados em outros trabalhos, tal como aparece no banco de dados da Scimago (v. o site do prof. Marcelo Hermes, http://cienciabrasil.blogspot.com/2010/01/citacoes-por-paper-numero-minimo-de.html). Aí vê-se que, em número de citações -- medida da sua importância para a ciência mundial --, os cientistas brasileiros vêm caindo de posto com a mesma velocidade com que, forçada pelo CNPq e pela Capes, aumenta de ano para ano a sua produção de trabalhos escritos. Ou seja: quanto mais escrevem, menos utilidade o que escrevem tem para o progresso da ciência. Em medicina, passamos do 24° lugar, em 1997, para o 36° em 2008. Em bioquímica e genética, no mesmo período, do 19° para o 36°. Em biologia e agricultura, do 18° para o 32°. Em química, do 15° para o 28°. Em física e astronomia, do 18° para o 29°. Em matemática, do 13° para o 28°. Não houve um só setor em que os nossos cientistas não escrevessem cada vez mais coisas com cada vez menos conteúdo aproveitável para os outros cientistas. Em doses crescentes, o que se entende por ciência no Brasil vai-se tornando puro fingimento burocrático, pago com dinheiro público em doses também crescentes. Segundo o prof. Hermes, a coisa começou em 2003, mas piorou muito (ele grafa "muito" com letras maiúsculas) entre 2005 e 2008.
No entanto, de 1999 a 2009 "houve um aumento de 133 por cento no número de artigos científicos publicados em revistas especializadas. O investimento do ministério da Ciência e Tecnologia neste setor duplicou de 2000 a 2007. O investimento privado também aumentou nesse período" (v. http://labjor09.blogspot.com/2009/03/desafios-serem-enfrentados-neste-novo.html).
Obviamente, portanto, o que está faltando não é dinheiro. É o CNPq, a Capes e o governo em geral admitirem que há uma diferença substantiva entre fazer ciência e mostrar serviço para impressionar o eleitorado.
Se essa diferença parece obscura ou inexistente para os atuais senhores das verbas científicas no Brasil (bem como para a mídia que os bajula), fenômeno similar ocorre na educação primária e média, onde o governo dá cada vez menos educação a um número cada vez maior de alunos, democratizando a ignorância como jamais se viu neste mundo.
Mas, esperem aí, coisa parecida também não acontece no ramo editorial, onde a produção crescente de livros para o público de nível universitário acompanha pari passu o decréscimo de QI dos autores que os escrevem? Confio, quanto a esse ponto, na minha própria memória de leitor. Vejam bem. Entre as décadas de 50 e 70 ainda tínhamos, vivos e em plena efusão criativa, alguns dos mais notáveis escritores e pensadores do mundo. Tínhamos Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Murilo Mendes, Jorge de Lima, Cecília Meirelles, José Geraldo Vieira, Graciliano Ramos, Herberto Sales, Josué Montello, Antonio Olinto, João Guimarães Rosa, Jorge Andrade, Nélson Rodrigues, Vicente Ferreira da Silva, Mário Ferreira dos Santos, Miguel Reale, José Honório Rodrigues, Gilberto Freyre, José Guilherme Merquior, além dos importados Otto Maria Carpeaux, Vilém Flusser, Anatol Rosenfeld e tutti quanti. Que me perdoem as omissões, muitas e volumosas. O Brasil era um país luminoso, capaz, consciente de si, empenhado em compreender-se e compreender o mundo. Agora temos o quê? Fora os sobreviventes nonagenários e centenários, dos quais não se pode exigir que repitam as glórias do passado, é tudo uma miséria só, uma fraqueza, a obscuridade turva do pensamento, a paralisia covarde da imaginação e a impotência da linguagem. "Cultura", hoje, é rap, funk e camisinhas, "educação" é treinar as crianças para shows de drag queens ou -- caso faltem aos pimpolhos as requeridas aptidões gays -- para a invasão de fazendas, "pensamento" é xingar os EUA no Fórum Social Mundial, e "debate nacional" é a mídia competindo com a máquina estatal de propaganda para ver quem pinta a imagem mais linda do sr. presidente da República. Nesse ambiente, em que poderia consistir a "ciência" senão em imprimir cada vez mais irrelevâncias subsidiadas?Será possível que todas essas quedas, paralelas no tempo e iguais em velocidade, tenham sido fenômenos autônomos, separados, casuais, sem conexão uns com os outros? Ou, ao contrário, compõem solidariamente, como efeitos de um mesmo processo causal geral, o quadro unitário da autodestruição da inteligência nacional?
E será mera coincidência que toda essa corrupção mental sem paralelo no mundo tenha sobrevindo ao Brasil justamente nas décadas em que a intromissão do governo na educação e na cultura veio crescendo até ao ponto de poder, hoje, assumir abertamente suas intenções dirigistas e controladoras sem que isto cause escândalo e revolta proporcionais ao tamanho do mal?
A resposta a essas duas perguntas é: Não, obviamente não. A História não se compõe de curiosas coincidências. A debacle da vida intelectual no Brasil é um processo geral, unitário, coerente e contínuo há várias décadas, e o fator que unifica as suas manifestações nos diversos campos chama-se: intromissão estatal, governo invasivo, controle oficial e transformação da cultura e da educação em instrumentos de propaganda, manipulação e corrupção.
A cultura, a arte, a educação e a ciência no Brasil só se levantarão do seu presente estado de abjeção quando a máquina governamental que as domina for totalmente destruída, quando toda presunção de autoridade dos políticos nessas áreas for abertamente condenada como um tipo de estelionato.
A Segunda Conferência Nacional de Cultura e o Plano Nacional de Direitos Humanos não passam de conspirações criminosas destinadas a agravar consideravelmente esses males que já deveriam ter sido extirpados há muito tempo.

Fonte: Diário do Comércio

Cientistas conseguem se comunicar com paciente em estado vegetativo

Em pesquisa de médicos europeus, paciente consegue responder 'sim' ou 'não' ativando diferentes áreas do cérebro.
Um grupo de cientistas europeus conseguiu estabelecer uma comunicação com um paciente em estado vegetativo, em que este respondia mentalmente "sim" ou "não" às perguntas dos estudiosos.
A pesquisa publicada no New England Journal of Medicine nesta quarta-feira explica que o paciente está nessa condição vegetativa há sete anos, quando sofreu um acidente de trânsito.
Os médicos das universidades de Cambridge, na Inglaterra, e de Liège, na Bélgica, pediram ao paciente belga que imaginasse atividades motoras, como jogar tênis, para responder "sim", e imagens espaciais, como ruas, para indicar "não".
Os especialistas sabiam que cada tipo de pensamento ativaria uma área diferente de seu cérebro. Portanto, por meio de uma técnica de Imagem por Ressonância Magnética Funcional (IRMF, na sigla em inglês), que monitora a atividade cerebral do paciente em tempo real, eles puderam identificar suas respostas.
O paciente respondeu corretamente a cinco das seis perguntas sobre sua vida pessoal. Ele confirmou, por exemplo, que seu pai se chamava Alexander.
"Nós ficamos atônitos quando vimos os resultados do exame do paciente. Ele foi capaz de responder corretamente às questões que fizemos simplesmente alterando seus pensamentos", disse Adrian Owen, professor de neurologia da Universidade de Cambridge e um dos coordenadores da pesquisa.

A pesquisa
No total, o grupo trabalhou com 54 pacientes que sofrem de desordem de consciência, dos quais 23 estão em estado vegetativo. Eles também usaram a técnica com voluntários saudáveis, para efeito de comparação.
O repórter da BBC Fergus Walsh também passou pelo teste do IRMF. "Eu passei aos cientistas os nomes de duas mulheres, sendo uma delas a minha mãe. Eu me imaginei jogando tênis quando disseram o nome dela. Em um minuto eles sabiam qual das duas era a minha mãe. Eles também foram capazes de acertar se eu tinha filhos", narrou Walsh.
A pesquisa concluiu que dos 54 pacientes envolvidos, cinco foram capazes de voluntariamente alterar sua atividade cerebral. Três deles demonstraram inclusive algum grau de consciência, mas os outros dois não necessariamente mudaram seus pensamentos conscientemente.
Owen diz que o estudo abre o caminho para que o paciente em estado vegetativo possa tomar decisões quanto ao seu tratamento.
"Você poderia perguntar se os pacientes sentem dor e então prescrever algum analgésico, e você poderia ir além e perguntar a eles sobre seu estado emocional", explicou.
O uso dessa técnica pode levantar questões éticas, como por exemplo, se é correto desativar os aparelhos para deixar um paciente em estado vegetativo morrer, já que ele pode ter algum grau de consciência e até capacidade de manifestar vontade própria.

Fonte: G1

Líder de partido inglês diz que as escolas religiosas terão de ensinar o homossexualismo como “normal e inofensivo”

Thaddeus M. Baklinski

Nick Clegg, líder do Partido Democrata Liberal da Inglaterra, está cortejando os votos dos homossexuais ingleses ao declarar que seu partido (o terceiro maior partido da Inglaterra) quer legislar que todas as escolas religiosas da Inglaterra sejam legalmente obrigadas a ensinar seus alunos que o homossexualismo é normal e sem risco algum para a saúde física ou mental.
Numa entrevista com a revista gay Attitude, Clegg delineou muitas propostas para avançar os “direitos gays” na Inglaterra, inclusive forçar todas as escolas, até mesmo as escolas religiosas, a implementar políticas anti-homofobia e anti-bullying e a ensinar que o homossexualismo é “normal e inofensivo”.
Clegg disse que as escolas religiosas não devem se tornar “asilos de identidade religiosa isolada”.
“Se elas estão sofrendo índices mais elevados de bullying e violência homofóbica, então precisamos exercer pressões fortes nelas. Precisa haver uma exigência”.
Ele também propôs acabar com a lei que proíbe os homossexuais de doarem sangue e quer que os casais de mesmo sexo tenham os mesmos direitos legais que têm um homem e uma mulher casados, com o direito de usar a palavra “casamento” em vez de parceria civil.
As propostas de Clegg foram rapidamente condenadas por líderes cristãos e grupos pró-família.
Um importante bispo anglicano, que não foi identificado, disse ao jornal The Independent: “Penso que isso será muito mal recebido, até mesmo entre pessoas que não são abertamente evangélicas. Instituir algo que tem de ser ensinado, seja o que for, é assustadoramente fascista”.
Janina Ainsworth, diretora do departamento de educação da Igreja da Inglaterra, disse que ela não via motivo para se mudar as leis atuais que lidam com a educação sexual nas escolas. “O ensino tradicional da Igreja é que o sexo tem de ser designado dentro da estrutura de um casamento fiel, e a educação sexual nas escolas cristãs será ministrada nesse contexto”, disse ela.
“Além disso, uma mudança drástica da orientação da educação sexual não seria muito bem recebida por muitas escolas cristãs e não cristãs”, acrescentou Ainsworth.
Norman Wells do Fundo de Educação da Família, disse para o jornal Daily Mail: “Não só Nick Clegg está mostrando uma deplorável falta de respeito pelas escolas religiosas, mas ele também está desrespeitando totalmente os pais que têm profundas convicções”.
“A vasta maioria dos pais não quer que as escolas de seus filhos se transformem em promotoras de imagens favoráveis aos relacionamentos homossexuais. É um princípio fundamental da lei de educação que as crianças têm de ser educadas de acordo com os desejos de seus pais”.
Wells além do mais acusou que “Nick Clegg está promovendo uma radical agenda social que quer apenas provocar confusão entre vulneráveis crianças e expô-las a mais riscos para a sua saúde física e emocional”.

Traduzido por Julio Severo

Exposição à pornografia adulta na internet afeta negativamente a conduta sexual das crianças

A organização Moralidade na Mídia (MM) publicou um documento de 10 páginas relatando evidência de que a exposição à pornografia adulta explícita na internet pode afetar negativamente a conduta e atitudes sexuais das crianças acerca do sexo. A evidência inclui observações publicadas de psicólogos clínicos, polícia e promotores, educadores, profissionais de trauma de estupro, funcionários sociais e outros, bem como pesquisas de ciência social.
O documento é a segunda publicação do MM em meses recentes expondo a conexão entre a pornografia adulta e os malefícios para as crianças. O documento é um complemento de “Como a Pornografia Adulta Contribui para a Exploração Sexual das Crianças”, um relatório de 215 páginas publicado em setembro de 2009. Tanto o documento quanto o relatório estão postados em www.obscenitycrimes.org(nas páginas “Porn Problem & Solutions” e “Help for Parents”).
O documento de janeiro “Malefícios para as Crianças Devido à Exposição Online de Pornografia Adulta Explícita” afirma que no que se refere à internet nos Estados Unidos não há “atualmente NENHUMA medida preventiva para proteger as crianças de exposição à pornografia, e em grande parte podemos agradecer ao próprio Supremo Tribunal por essa situação trágica”.
O documento aponta para o fato de que “em 1997, o Supremo Tribunal invalidou uma lei que tinha como objetivo restringir o acesso online das crianças a conteúdo ‘indecente’. Em 2009, o Tribunal também se recusou a analisar a decisão de um tribunal de primeira instância que havia invalidado uma lei que tinha como objetivo restringir o acesso online das crianças a conteúdo sexual ‘prejudicial a menores’”.
O relatório do MM frisa a ironia de que embora a criança seja solicitada a se retirar de uma ‘livraria pornográfica’, “se essa mesma criança ‘clicar’ na maioria dos sites comerciais que distribuem pornografia adulta, ela poderia ver pornografia adulta explícita gratuitamente e sem restrição, pois no que se refere ao ciberespaço, os tribunais pensam que o uso de filtros por parte dos pais é uma solução adequada para o problema”.
Moralidade na Mídia não culpa, porém, somente os tribunais. “O Congresso, o Ministério da Justiça e o FBI também têm responsabilidade”, escrevem eles. “Durante o governo Bush, houve vitoriosas ações legais contra os distribuidores comerciais de pornografia adulta explícita online, provando que as leis de obscenidade podem ser cumpridas. Mas essas ações legais eram muito raras para efetivamente inibir a distribuição online da pornografia adulta explícita”.
De acordo com o relatório, “Desde a eleição presidencial de 2008, o Ministério da Justiça (inclusive o FBI) não iniciou nenhum novo caso contra a obscenidade adulta. Além do mais, o Congresso não deu nenhuma olhada mínima para a falta de cumprimento da lei”.
“Quais são então as conseqüências da negligência de nosso país para proteger as crianças da exposição online da pornografia adulta explícita?” pergunta o relatório do MM. “O bom senso deveria nos informar que quando as crianças são expostas a imagens explícitas de adultério, sexo com animais, sadomasoquismo, atividades excretórias, sexo grupal, incesto, prostituição, pornografia pseudo-infantil, estupro, assassinatos sexuais, sexo com adolescentes, tortura, e sexo inseguro em abundância, as atitudes delas para com o sexo, seus desejos sexuais e sua conduta sexual podem ser influenciados para pior. A evidência compilada neste documento apóia essa avaliação”.

O documento de janeiro conclui:
“Já disseram que expor crianças à pornografia adulta explícita é uma forma de abuso infantil. Há verdade nisso… Os responsáveis por esse abuso incluem os pornografos da internet que permitem que as crianças vejam pornografia adulta gratuitamente e sem prova da idade. Os responsáveis também podem incluir promotores e agentes do cumprimento da lei que fazem vista grossa à proliferação de materiais obscenos na internet, e o Congresso por falhar em sua responsabilidade de fazer com que o Ministério da Justiça e o FBI prestem contas por não implementarem vigorosamente as leis federais contra a obscenidade na internet”.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Projeto que daria direito a aborto será abandonado pelo governo


O ministro da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi, disse no sábado, 30, que o projeto que descriminaliza o aborto deve ser abandonado pelo governo e não fará mais parte do Programa Nacional de Direitos Humanos.
O ministro reconheceu que a causa é uma bandeira histórica do movimento feminista, mas disse que a legislação só pode ser alterada por meio de decreto presidencial.
"Definitivamente ficou claro que o presidente Lula não concorda com essa formulação e o assunto se encerra já por aí, pois só pode ser alterado por decreto presidencial", afirmou o ministro, que visitou a Campus Party, encontro mundial de comunidades e redes sociais da internet realizado em São Paulo.
Vannuchi afirmou que o governo deve fazer um debate sobre o assunto nas próximas semanas com a participação de representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e integrantes de outras entidades civis.
"Precisamos de um consenso maior", declarou. "Essa formulação não teve consenso e será corrigida." O ministro não revelou de que forma essa alteração será feita. "Pode ser que se altere apenas uma linha", disse, referindo-se ao texto do Programa Nacional de Direitos Humanos.

Preconceito

O ministro afirmou que existe atualmente "o melhor e o pior momento" dentro do governo. Segundo ele, a divulgação do conteúdo do programa ampliou o debate sobre os direitos humanos no País, o que ele considera um ponto positivo. Por outro lado, suscitou um "pensamento antidireitos humanos preconceituoso que apareceu muito fortemente".
Vannuchi disse que não reagirá no mesmo tom às críticas que recebeu nas últimas semanas, entre as quais de que seria um "psicopata ideológico, terrorista e maluco". Ele refutou ainda a tese de que o governo recuou no tema dos direitos humanos, com receio de que a polêmica atrapalhe a campanha da provável candidata petista à Presidência da República, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.
"É uma incompreensão", afirmou. "Não há nada que atrapalhe Dilma, pelo contrário. Debate sobre combate à tortura e democratização dos meios de comunicação só fortalece o processo eleitoral e os candidatos do PT."

Fonte: Creio

Projeto Jonas começa distribuição de cartas para a Consciência Cristã

O Projeto Jonas, um dos grandes eventos realizados dentro da programação paralela do Encontro Para a Consciência Cristã, este ano deixa ser pré-abertura do evento para ser realizado dentro do próprio Encontro que acontece de 10 a 16 de fevereiro no Parque do Povo.
O Projeto Jonas em si será realizado durante todo o dia 13 de fevereiro, o dia “D” do Projon, que já começou a distribuição de 100 mil cartas por toda a cidade. Essas cartas são na verdade convites divulgando o 12º Encontro para a Consciência Cristã e o evento paralelo Projeto Jonas 2010.
Este ano, o sistema de distribuição das cartas nas residências muda. As equipes serão formadas pelas igrejas de cada comunidade e bairros da cidade e serão coordenadas pelos os seus respectivos pastores ou representantes imediatos. A expectativa é que essas cartas sejam entregues até o dia 12 de fevereiro, um dia antes da realização do Projon. Para o coordenador e idealizador do Projeto Jonas, o pastor Jadiel Davi da Rocha, da Igreja Congregacional El-Shadday essa parceria com as igrejas torna o trabalho mais ágil.
No sábado, dia 13 de fevereiro pela manhã as atividades do Projon serão nos principais cruzamentos da cidade, a tarde, assim como acontece todos os anos vai ser realizada a grande carreata do Projeto Jonas, que segundo seus coordenadores a estimativa é que seja a maior carreta em todos os anos do evento.
A carreata vai se concentrar em frente da Igreja Presbiteriana Renascer, na Avenida Floriano Peixoto e irá percorrer os principais bairros de Campina Grande até chegar ao Parque do Povo, onde haverá um momento de oração em agradecimento e às 19h e 30 também no PP será o encerramento do Pro Jon no grande Culto da Família, onde estará presente o Pastor Estevam Oliveira da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, e terá a participação especial dos cantores AD Souto, Elisama e do ministério de louvor Visão Cristocêntrica.
Para mais informações sobre o evento acesse http://www.vinacc.org.br/

Da Redação

Avança a montagem da estrutura para a Consciência Cristã 2010

Desde o início do mês, o Parque do Povo, no centro de Campina Grande, na Paraíba estar sendo preparado para receber o grande público do XII Encontro para a Consciência Cristã, que será realizado de 10 a 16 de fevereiro.
As obras estão em ritmo acelerado, são em média 20 homens que trabalham para concluir a montagem da estrutura para o evento até o dia cinco. Toda área do Parque do Povo será ocupada. No pátio superior estar sendo armada a Representação do Tabernáculo Bíblico. A novidade do Tabernáculo este ano é o piso de madeira que está sendo colocado em toda a tenda, que também teve uma ampliação na sua área, passando de 3.600 para 5.000 metros de área utilizada.
Ao lado dessa Tenda, que tem capacidade para sete mil pessoas vão ser instalados 30 stands, onde serão comercializados bíblias, livros, CDs, DVDs e demais produtos. Já na Pirâmide estar sendo montado o espaço infantil do Encontro, com a instalação brinquedos para realização de brincadeiras e atividades recreativas com o público infantil que há oito anos já tem seu próprio ambiente dentro do Encontro para a Consciência Cristã.
No pátio inferior estar sendo instalada a central de palestras, essa central terá 10 ilhas, cada uma com capacidade para receber em média 300 pessoas sentadas. Também na parte inferior do Parque vai ser instalada uma Praça de Alimentação com 14 cantinas e 14 quiosques, além de um palco para apresentações musicais.
Ainda no pátio inferior vai ficar o estacionamento, no espaço onde geralmente fica o Palco principal no período do São João. O XII Encontro para a Consciência Cristã também vai ocupar o Teatro Rosil Cavalcanti, duas salas do Centro Cultural Lourdes Ramalho e o auditório do Centro da Jovem, locais localizados no complexo do Parque do Povo.
A estimativa da Visão Nacional para a Consciência Cristã – VINACC, órgão responsável pelo evento é que esse ano a Consciência Cristã atraia um público circulante de cerca de 100 mil pessoas provenientes de vários pontos do país durante os sete dias do Encontro.
Para mais informações sobre o evento acesse http://www.vinacc.org.br/

Da Redação